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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Ressaca...

De volta ao trabalho, e estou deprimidíssimo, não pelo trabalho que abraço com prazer, porque felizmente faço o que gosto... Mas por aquilo que tenho que deixar...
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... as saudades que tenho da minha filha, da minha esposa, dos tempos idílicos que foram acordar ao lado deles, planear o que fazer, as birras, as zangas, o riso delas, o saber que a qualquer momento os poderia tocar e abraçar.

É verdade que não estou assim tão longe, é verdade que são apenas algumas horas, mas há mais, é uma distância psicológica que doi no coração. Hoje deixei um desenho na cabeceira da minha filha, desenhando-me a mim e a ela e o laço que nos une, rodeado de toda a gente da família, gatos, mãe, irmã, etc... mas terei que esperar até ao final do dia para ter um abraço, e o beijinho foi via telefone. Até lá ficarei em ressaca de beijos e abraços.
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6 comentários:

Andy disse...

Lopes! Safaste-te de uma boa, se não escrevesses hoje, tinha uma surpresa para ti...grande texto amigo Lopes!

Caluda disse...

Estás de voltaaaa!
Já estava a ficar preocupada que te escapasses novamente... ai de ti! :)

Quanto ao trabalho, sinto precisamente o mesmo. O que tem de ser, tem muita força, não é néné?
Welcome!

Sayuri disse...

welcome back to work!

Mag disse...

Somos feitos de tantas matérias, misturas de tantos sentimentos, que é demasiado complexo encaixar completamente (num idílio de felicidade) num qualquer lugar; amas a família, isso brilha em cada palavra do teu texto, abençoadas essas mulheres que assim amadas são (e te amam, certamente!).
Mas também é bom sentir que somos úteis e completos profissionalmente, que nos realizamos. No fundo, tens o melhor dos dois mundos... great for you! :)
Bom regresso.
(beijo às meninas)

Caluda disse...

olhó selo fresquinho... à tua espera, no Caluda ;)

Lopes (Henda) disse...

Caluda já vi, e já estou a trabalhar na resposta, obrigado pelas tuas palavras, e pelo reforço! Agora tenho de estar à altura das tuas palavras!

Bem, parece que se não voltasse a escrever, a Andy e a Sayuri poderiam provocar-me danos e lesões corporais...

Ah! Mag percebes a dualidade, não percebes? O querer ter e não querer, o estar mas não estar... de facto adoro o que faço, e apesar de me queixar de o dia só ter 24 horas, se tivesse 34 horas estaria a dizer o mesmo. E naqueles dias em que estou focado, trabalhar é uma benção, o que aprendo, o que dou, o que recebo...

Jah Bless